Celso Bezerra Carvalho, Advogado

Celso Bezerra Carvalho

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Advogado - Direito Digital
Advogado na área de engenharia e saneamento básico, pós-graduando em Direito Digital e Compliance pelo Instituto Damásio de Direito e no MBA de Tecnologia para Negócios da PUC-RS, tendo realizado também diversos cursos nas áreas de Neurociência, Segurança de Aplicações, Ciência de Dados e Machine Learning.

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Guinther Muller, Advogado
Guinther Muller
Comentário · há 3 anos
A morte é lamentável, assim como toda e qualquer morte advinda de condições precárias da governabilidade, como por exemplo, a morte de tantos policiais militares em tão curto espaço de tempo, ou a morte de crianças inocentes vítimas de bala perdida, e assim por diante.

Agora, não me recordo de ter visto, por exemplo, a mídia brasileira dar a mesma importância, oferecendo tanto espaço em horário nobre, para comentar a morte de policiais ou de pobrezinhos indefesos que vieram a óbito se não nas mesmas circunstâncias, em circunstâncias semelhantes.

Com o devido respeito á vítima e a quem acredita em direitos humanos, uma breve pesquisa pela Internet, faz acreditar que esta senhora era ferrenha defensora de bandidos, de pessoas que não pedem licença para matar, roubar, estuprar, etc., com a justificativa de ser defensora de "direitos humanos". Claro que esta regra comporta algumas poucas exceções.

Pergunto, que direitos são esses que não olham para a família das vítimas? Que direito é esse que ampara o indivíduo que atua contra a democracia, o direito de ir e vir, o direito de não ser agredido física e moralmente? Esse direito é humano?

Quem teve o pai de seu filho arrancado precocemente do seio familiar enquanto trabalhava em defesa da cidadania, sabe do que estou falando.

Agora, devemos lamentar a morte dessa moça? Sim, devemos. Mas, não como uma heroína, mas sim como uma pessoa comum vítima de um sistema falido, que teve sua vida seifada assim como muitos outros que por lá morreram e sequer tiveram seus nomes divulgados na mídia sensacionalista, pois somos todos iguais, ou ao menos deveríamos ser.

Espero sinceramente que os executores sejam localizados e punidos na forma da Lei, mas espero também que os defensores de direitos humanos dêem atenção, no mesmo nível, a milhares de famílias que todos os dias são vítimas dos "vitimados" outrora defendidos por essa Senhora, já que a Constituição Federal põe todos em pé de igualdade quando diz que: "Todos são iguais perante a Lei."

Por fim, só temos a lamentar, quando se espera que as dificuldades possam tornar o Brasil um País mais forte, o que se vê é um País buscando a cada dia o fundo do poço, seja porque a imprensa está sempre interferindo e direcionando a opinião pública, seja porque o "desgoverno" impera e não permite o desenvolvimento que todos almejamos para o País.

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